6.3 A Memória dos Agentes Processuais

<bibliografia>

Guia, p. 189: PLETSCH, Natalie Ribeiro. Formação da Prova no Jogo Processual Penal. São Paulo: IBCCRIM, 2007, p. 34: “Se memória é movimento, e o crime é memória, não se pode pensar em processo sem movimento”.

Guia, p. 189: STERNBERG, Robert J. Psicologia Cognitiva. Trad. Anna Maria Luche. São Paulo: Cengage Learning, 2012, p. 153: “Na codificação você transforma dados sensoriais em uma forma de representação mental. No armazenamento você mantém as informações codificadas na memória. Na recuperação você acessa ou usa as informações armazenadas na memória”.

Guia, p. 189: CHABRIS, Christopher; SIMONS, Daniel. El gorila invisible: y otras maneras en las que nuestra intuición nos engaña. Trad. Gabriela Ferrari. Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2014, p. 15-17: “Todos creemos que podemos ver lo que está delante de nosotros, recordar acontecimientos importantes de nuestro pasado, comprender los límites de nuestro conocimiento, determinar de forma adecuada la causa y el efecto de distintos sucesos. Pero estas creencias intuitivas a menudo son equivocadas y se basan en ilusiones que encubren las limitaciones de nuestras facultades cognitivas. Es preciso que se os recuerde que no todo lo que brilla es oro, porque eso implica la creencia em que las aparencias son indicadores precisos de cualidades internas, que no están a la vista. (…) Una vez que conozca las ilusiones cotidianas, verá el mundo de otra manera. Notará cómo estas afectan sus propios pensamientos y acciones, así como el comportamiento de todos los que lo rodean”.

Guia, p. 190: STERNBERG, Robert J. Psicologia Cognitiva. Trad. Anna Maria Luche. São Paulo: Cengage Learning, 2012, p. 173: “A memória semântica armazena conhecimento geral do mundo. É a nossa memória para fatos que não diferenciados para nós e que não são lembrados em qualquer contexto temporal específico. A memória episódica armazena eventos ou episódios que a pessoa vivenciou”.

Guia, p. 191: STERNBERG, Robert J. Psicologia Cognitiva. Trad. Anna Maria Luche. São Paulo: Cengage Learning, 2012, p. 189-190: “Codificação refere-se a como você transforma um dado físico ou sensorial em um tipo de representação que pode ser localizado na memória. Armazenamento refere-se ao modo como você retêm as informações codificadas. Recuperação refere-se à maneira coo você ganha acesso às informações armazenadas na memória”.

Guia, p. 192: EAGLEMAN, David. Cérebro: uma biografia. Trad. Ryta Vinagre. Rio de Janeiro: Rocco, 2017, p. 34-36: “Nosso passado não é um registro fiel. Ele é uma reconstituição e às vezes pode beirar a mitologia. Quando analisamos as lembranças de nossa vida, devemos ter a consciência de que nem todos os detalhes são exatos. Alguns vêm de histórias que as pessoas nos contaram, outros têm partes do que achamos que aconteceu. Então, se a sua resposta para a pergunta ‘quem sou eu?’ se baseia simplesmente em lembranças, sua identidade se torna uma narrativa um tanto estranha, continua e mutável”.